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O despertar.

Eu sei que ando beeem relapsa com o blog. Bem relapsa é pouco, to me sentindo o Michael Jackson em relação a seus filhos nesse momento. Mas enfim… Eu ando bem sem tempo de escrever, é por falta de tempo mesmo, juro! Mas de qualquer forma obrigada pro povo que leu, gostou do blog e pediu para eu escrever logo.

Então ai vai. Segue um diálogo de MSN com a minha amiga Cissa. Daqueles bem em meio a leitura de monografia e resoluções sobre trabalho de rádio. Sabe quando um assunto surge em meio a coisas sérias e te leva para um outro lugar? Mais ou menos isso…

“Cl a r i s s a – A Tia do Martin . . . na aula diz: Uma vez me disseram que a proporção de tristeza em cada menina estava diretamente ligada com a beleza dela: quanto mais bonita, mais triste. Quanto mais enfeitam para atrair olhares, Mais olhares vazios elas conseguem…” Rani Ghazzaoui
Cl a r i s s a – A Tia do Martin . . . na aula diz: legal neh?
Le diz: Ah, mas eu não concordo.
Le diz: Uma mulher feliz é a coisa mais linda do mundo.
Le diz: Um sorriso aberto, um olhar tranqüilo, uma voz de criança que ganhou chocolate na páscoa…
Le diz: =D
Cl a r i s s a – A Tia do Martin . . . na aula diz: mas olha o motivo
Cl a r i s s a – A Tia do Martin . . . na aula diz: Quanto mais enfeitam para atrair olhares, Mais olhares vazios elas conseguem…”
Le diz: Isso sim.
Le diz: Mas o mais bonito é aquela beleza sem porquê.
Le diz: Do amanhecer.
Le diz: Do acordar.
Le diz: Do sorriso ainda pequeno.
Le diz: E dos olhos fechados.
C l a r i s s a – A Tia do Martin . . . na aula diz:aaaaa q lindo.
Le diz: Mas vai dizer que não é…
Le diz: Aquele sorriso que tu sabe que é teu.
Le diz: Porque naquele momento a felicidade está em estar ao lado de quem se gosta.
Le diz: No carinho ainda sem força da mão que se acostuma com o acordar.”

Eu sei que prometi que escreveria algo menos meloso no meu próximo post, mas é que no momento não há como fazer diferente.

Quanto ao título da “Crônica sem título” tenho novidades. Gostei muito das sugestões, mas acho que vai ficar “Crônica sem título” mesmo. Acho que esse título se apoderou do texto e não vou ser eu que vou tirá-lo de lá.

Logo que a monografia passar, que os preparativos pra formatura tomarem rumo, eu escrevo com mais frequência por aqui.

E como as vezes eu não sei dizer o que eu sinto para quem eu quero ai vai “Último Romance” do Los Hermanos.

Ele chegava todo dia no mesmo horário ao trabalho. Olhava o relógio, fazia cara de sono, se espreguiçava, coisa mais estranha para um ambiente de trabalho, mas ele o fazia.
Ela nunca chegava no horário certo, sempre um pouco atrasada. Corria pra pegar um café, via o tamanho do atraso, sentava, dava um sorriso e mergulhava na tela do computador, de onde só sairia quatro horas depois para o intervalo do almoço.
Ele mantinha contatos, fazia entrevistas, lia sites, escrevia muito, mas também fazia uma pausa pro cafezinho lá pelas dez e meia.
Ela sempre saia afoita pro almoço, ligava pra uma amiga, combinava o restaurante, pegava a chave, o celular e a bolsa. “Até depois gente, beijo…”.
Ele nunca tinha pressa no almoço. Preferia ficar por ali mesmo, trazia um sanduíche de casa e o mp4 cheio de músicas tranqüilas e ia à pracinha em frente ao edifício onde trabalhava. Se alimentava e pensava na vida durante quase uma hora.
Ela não era feia. Morena, 1,60, olhos grandes, corpo de jornalista, nem magra, nem gorda, mas não era isso que a definia fisicamente. O que a definia era o sorriso.
Ele tão pouco era feio. Moreno, 1,70, meio fora de forma por ter largado a pelada dos domingos, mas era simples e de uma simplicidade encantadora.
Mas era sexta-feira, dia 13, mês de agosto. Eles chegaram como quase todos os dias, juntos ao elevador. Entraram e pela primeira vez se cumprimentaram. Um “Oi…” e uma resposta “Oi…”.
Então o elevador parou.
Uma voz falou ao interfone “Pessoal, não se preocupem, dentro de poucos minutos a força será restabelecida e o elevador vai funcionar, não entrem em pânico.”.
O espaço era pequeno e o elevador cheio não deixava com que ninguém se movimentasse direito. Ela tentou tocar a campainha pra falar novamente com o porteiro do prédio afim de saber o porquê daquela pane. Pediu licença à duas senhoras e tocou a botão vermelho. Sentiu uma mão bater quase sem querer na mão que segurava a bolsa. Uma mão fria e suada. Olhou discretamente para ver quem era. Era Ele. “Ah, desculpa, ta bem ruim aqui né…” Riu-se. “Capaz. Não foi nada”.
Descobriram que tudo não passava de uma falta de luz, dentro de cinco minutos tudo estaria resolvido.
Na cabeça dele aqueles cinco minutos começaram a tocar que em um tic-tac de relógio de sala. Forte.
- Mas e ai? Quanto tempo que a gente não se fala, desde a faculdade né…
- É, acho que é. Mas é a correria da redação. – sorriu.
- Não sei se é bem por isso…
Fez-se o silêncio.
- Me disseram que tu tá saindo, verdade?
- Sim… Consegui um emprego lá no Rio Grande do Norte.
- Bah, meu sonho ainda é morar no nordeste. Vais morar com a tua mãe?
- Não, não. Eu vou morar sozinho. Aluguei um ap bem legal em Natal.
- Que bom.
O elevador deu sinal de vida, acendeu as luzes e continuou.
- Tu vais ir quando?
- Semana que vem eu acho, não comprei a passagem ainda.
- Legal.
O elevador chegou a redação.
- Boa viagem então, te cuida por la, dizem que faz muito calor.
- Valeu. Tu também. Te cuida por aqui. Fiquei sabendo que tu ainda tem aquela mania de comer chocolate de madrugada e passar mal, cuidado, é venenoso quando ingerido em grande quantidade.
Se olharam durante 3 segundos sem nada dizer. Acenaram com a cabeça e se despediram.
Ela agora pensaria que ele ainda era apaixonado por ela. Que sempre chegava mais cedo para vê-la, que se espreguiçava sob o pretexto de poder ficar mais alguns minutos ali, que ia tomar o cafezinho para cuidar seus passos, que o almoço era na praça por aqueles ricos cinco minutos que ele a via chegar do almoço e entrar no prédio.
Ele lembraria de como tinham sido duras aquelas quatro semanas em que eles tinham ficado na faculdade. A indecisão dela, as idas e vindas, as festas, as meia-traições por falta de um compromisso sério. Não que ele não o quisesse, mas ele havia de respeitar o desejo dela de liberdade. Aquele último dia, o último beijo antes de uma despedida que no fundo se sabia que seria naquele momento definitiva.
Ela havia optado por ir para o mesmo jornal onde ele tinha conseguido emprego antes.
Ele agora estava indo morar no lugar onde ela sempre sonhou morar.
Mas na cabeça dele uma coisa continuava martelando. Uma frase que ela havia dito logo depois de uma confissão de meia-traição.
“Eu sei que é errado te dizer isso, mas quando eu cheguei em casa pensei em ti. Pensei em como eu queria que ele tivesse me tocado como tu me toca, me olhado como tu me olha, me desculpa.”
Ele nunca teria a certeza de que se o que ele sentia era correspondido.
Ela nunca teria a certeza de que havia feito o certo em não apostar naquele sentimento que tanto a incomodava, aquela falta de alguém que ela nunca sentira antes.
Mas de qualquer forma seguiram seus caminhos, foram felizes por vezes, amaram outras tantas, mas aquele olhar dele e aquele sorriso dela ficaram guardados somente para os dois.

<em>Povo, falta um nome pra essa crônica, alguém ajuda? =D

(croissant)

(croissant)

Olá pessoas.
Eu ando sem muito tempo pra escrever aqui por conta de uns trabalhos da faculdade, umas aulas de frances pra organizar, umas coisas da formatura pra ver e o futuro pra pensar.
Maaaaas, dai hoje pela manhã uma amiga minha me mandou um recado no msn e me disse pra dar uma olhada em um link. Vi que era um texto do Carpinejar e como gosto muito dele resolvi conseguir uns minutinhos para ler.
Ele define isso tudo como amor, eu não sei se conseguiria definir o que se sente quando se gosta de alguém. Mas eu sei agora, mais calma e tranquila, que é um sentimento que vale a pena tentar conservar.
Tá ai ó.

Avise-me do começo do filme
“Minha avó pedia para avisar quando o filme começava. Confundia o filme com o próprio trailer, não tinha costume de ir ao cinema. Jurava que os resumos de outros títulos já correspondiam à história que iria assistir. Respirava aliviada quando os créditos e o cutucão apareciam; daí colocava os óculos e mergulhava na hipnose das mãos na cadeira.

Eu me porto assim diante do amor. Preciso do cotovelo no meu braço dos amigos quando ele começa, apesar de ser o protagonista. Não que eu não saiba, terei que confessar: não sei mesmo, amor não se sabe, amor se pressente. É uma indefinição contente e, ao mesmo tempo, assustadora. Acontece um descuido ao segurar a cintura dela, algum feitiço no olor do pescoço, um pressentimento longo e duradouro na correnteza dos cabelos, uma pressa em se despedir que é desejo de permanecer mais um pouco. O que era passageiro, o que era para ser mais um esquecimento, o que era para ser mais uma noite para dormir transforma-se em obsessão de acordar, cuidar e voltar, em obsessão de estar presente e arrumar todos os motivos e subterfúgios para não pensar em outra coisa.

Aperta uma vontade de conversar sobre a história com todo mundo que se encontra, com o carteiro, com o bancário, com o jornaleiro, com os passageiros do trem. Buscar conselhos até na embalagem do chocolate. Falar do amor para que ele aumente ou para que diminua. Para que ele suma ou nos dê confiança de tomar atitudes improváveis e delicadas. Vamos atrás de um fiador. Só que o amor não aceita caução.

É uma encruzilhada colocar a casa para fora da boca. Abrir-se. Expor-se de tal modo que não se pode retornar ao que julgávamos nossa vida, ao que acreditávamos nosso lar, ao que confiávamos como nossas convicções e nossa ordem. Como confessar uma paixão e depois fingir que isso não mexeu com a gente e retomar o trabalho e a disciplina dos dias como se fosse comum?

Antes impessoal, o amor se agarra a um nome e não mais nos pertence. É irrecuperável porque depende de um sim ou de um não. Quando dito, irá embora sem acenar. Não descobriremos que estamos doentes, descobriremos que não temos cura. Amor não nos fortalece, enfraquece. Ficamos indigentes à espera de um beijo, de um telefonema, de uma mensagem. O amor muda o nosso passado.

Sofreremos com a incerteza do que a pessoa dirá ou fará. Usam-se palavras emprestadas para não ser direto. Encontram-se motivos alheios à verdade para não se entregar. O amor não seria tão sério se não houvesse a possibilidade dele se converter em uma comédia. Mas a comédia não é levar um fora, comédia é a covardia de não se declarar e antecipar sozinho os risos que seriam bem melhores acompanhado.

Minha avó é que conhecia de cinema. O filme começa bem antes do filme.”
Carpinejar

Esses dois...

Esses dois...

É estranho… Semana passada eu em ao menos três dias tive coisas para postar, queria muito ter tido tempo de sentar e escrever alguma coisa no blog, mas acabei não conseguindo 15 minutos para despejar tudo aquilo de bom que eu estava sentindo.
Ontem quando eu o tive pouco ou nada de interessante me veio à cabeça. Porque é a sede que me impulsiona a escrever aqui e ontem… ontem eu não tinha sede nenhuma.
Hoje as coisas começaram diferente. Me deu sede e saudade. O embrulho no estômago diminuiu e eu pensei em escrever.
Me deu saudade de um tempo em que sentir as coisas era menos complicado. Lembro que eu as sentia e ninguém me julgava pelos meus sentimentos, mesmo porque eu os sentia involuntariamente, como ainda os sinto. Naquela época eu sabia o que fazer quando gostava de alguém. Sabia demonstrar, sabia dizer, sabia ficar quieta, sabia me afastar, sabia esquecer e o tempo sempre resolvia as coisas deixando no ar um cheiro de sentimento resolvido, de coisa boa, uma certeza de que eu tinha respeitado meus sentimentos e os de mais alguém, e isso no final das contas era o que me valia.
Lembro de madrugadas regadas a cappucino, mocaccionos e afins em postos de gasolina em que eu podia olhar para um rosto amigo e sem dizer nada saber que ele estava ali também para me mostrar que tudo valeria a pena, que no final tudo daria certo. Eu acho que o nome disso era respeito.
Hoje eu já não sei mais como lidar. Parece que sentir algo pode ser errado e eu tento toda hora entender isso, mas não entra na minha cabeça. Agora não é mais puro, eu aprendi que às vezes eu tenho de inventar desculpas para o que eu sinto, que apenas sentir não é mais o bastante e talvez por isso quando uma amiga me disse que estava curtindo uma fossa eu disse que eu estava mal, mas que dessa vez, diferentemente das outras, eu não estava curtindo a minha fossa. Dessa vez dói. Não porque eu perdi alguém, porque a gente perde algo que um dia nos pertenceu, mas porque eu não me acho no direito de sentir a saudade que eu sinto e lembrar das coisas que eu lembro.
Humm… Talvez isso signifique que essa foi a primeira vez que eu senti algo e deixei que o que eu sinto não fosse respeitado e toda vez que eu lembro o que eu sinto me dói. Não dor de fossa, mas dor de enjôo, dor de medo de ter feito algo errado, de não poder pensar no que aconteceu com carinho, como eu gostaria que o fosse.

“Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira

Mas não sou mais
Tão criança, oh! oh!
A ponto de saber tudo…”

A questão é que eu fui criança com o que sinto, menti pra mim mesma, esqueci tudo aquilo que meus amigos tinham vivido comigo, que gostar não é feio, é bonito e que todo mundo tem que respeitar. Daí eu errei e por isso dói de um jeito diferente agora.
Agora gostar parece errado, parece ridículo, parece feio, e eu não queria me sentir assim.

Pois é gurizada, é mais um desabafo, mas ta valendo.

Beijo pra todo mundo e em especial pra Jú, vulgo Poia, que me fez recordar tempos idos em que eu zelava mais os meus sentimentos e às vezes até dormia no sofá por isso. Né Jú?

Beijo pra todo mundo.

Isso me dá sede de tanta coisa...

Isso me dá sede de tanta coisa...

Não que a gente precise de desculpa para fazer loucuras. Fazer loucura é uma arte, uma libertação. Fazer loucuras é a busca pela diversão.
Enfim… O que acontece é que nos últimos tempos coisas estranhas têm acontecido para mim e para meus amigos. Estamos mais libidinosos, nos permitindo coisas novas, experimentando sensações. Uma amiga vive em sua vida o momento mais “remember” de todos. Fica com todos os ex- mal resolvidos dela. Nesse último final de semana ficou com o PRIMEIRO menino que ela beijou em toda sua vida. Imagine só!
Outra não sabe o que faz. Ela tem pensamentos libidinosos toda hora e o pior de tudo é que ela acha legal e nós achamos uma DELÍCIA.
Eu estou ficando louca, completamente louca. Agora eu saio, eu bebo, eu volto para casa só para tomar banho e o pior de tudo é que eu acho que isso normal. Não fico mais me policiando: “Putz, amanhã eu tenho que trabalhar, preciso ir embora”.
Como isso se tornou comum a todos nós, e como é comum em um grupo de pessoas, nos preocupamos em explicar tal fenômeno.
Nossa melhor explicação é a do Calendário Maia. Não conhece? Ai vai uma definição dada por uma das pessoas envolvidas nesse momento e que mais entende de loucuras e de Calendário Maia no nosso grupo.

“Segundo o Calendário Maia, terminará um ciclo em 2012, então não se apavorem o mundo não acabará, como já estão saindo em manchetes sensacionalistas, alguém que leu o Calendário e não entendeu nada.
Ainda, a partir de 2013, um novo ciclo começará, as pessoas sairão da casca, ou seja, aquela repressão sexual que nos foi imposta pela sociedade será extinta, as pessoas estarão mais transparentes quanto aos seus sentimentos, tanto que a partir dessa era o bi sexualismo será tão natural quanto a vaca ser sagrada para os indianos.
Talvez, sejamos novos hippies, com a liberdade sexual e todas as formas de liberdade, porém não serão apenas alguns grupos, será o mundo inteiro.”

Isso ilustra muito do que vem acontecendo conosco, mas não pense besteira, a gente só faz loucuras conscientes, gostosas, que afetam somente a nossa vida e a de mais ninguém.

O Calendário Maia tem sido para mim uma fonte de água e uma fonte de sede.
O que eu tenho recebido nesses últimos dias tem mudado muito daquilo que eu pensava sobre amizade, sentimento, vida, profissão, responsabilidade, família… Talvez as sensações e os momentos que eu vivi semana passada me mostraram que existem coisas importantes que a maioria das pessoas não presta atenção. Mas eu errei também nessa semana e como tudo que acontece durante o Calendário Maia toma proporções desmedidas, talvez o meu erro tenha sido mais grave do que eu tinha pensado anteriormente.

O que importa é que ele existe, é fato! Todo jornalista gosta de fatos, eu os adoro. Não sei ainda direito se é o Calendário Maia que vem me influenciando ou o contato com pessoas tão especiais quanto essas com as quais eu tenho dividido muito do meu tempo nesses últimos meses. O que fica é o seguinte: adoro sentir sede, adoro beber água e a vida sem essa sede que eu tenho agora não tinha tanta graça.

Credo, ainda bem que sobrou Coca Zero de ontem. Indo tomar Coca.

Salve, salve!

Sejam bem-vindos ao meu mais novo meio de despejo cotidiano. Talvez a criação desse blog signifique que o futebol e a música não estão mais resolvendo as coisas e que para mim tenha se tornado necessária uma nova forma de colocar coisas que eu sinto, penso ou gosto para outras pessoas.

O nome do blog parece estranho, mas retrata muito daquilo que eu tenho sentido. Momento de conclusão de faculdade, mudança de vida, geograficamente e psicologicamente falando, e talvez seja a primeira vez que eu esteja fazendo as  coisas pensando na minha sede.

Mas o que é a sede?

Para mim a sede representa aquilo que a gente tem vontade de fazer.

“Eu tenho sede de vitória”

“Eu tenho sede de vingança”

Ter sede de algo significa perseverar, querer, buscar e esse blog vai falar sobre um pouco de tudo àquilo que me da sede.

A idéia é discutir isso tudo que da sede nas pessoas. Cinema, literatura, futebol, política, economia… Mas também vou falar sobre coisas mais estranhas e complicadas, talvez até sobre sentimentos e sensações. Espero que isso não torne minhas palavras em textos monótonos, mas para isso vocês poderão ler e comentar, para isso também que esse espaço esta sendo aberto.

Acredito piamente que o conhecimento é algo construído entre duas ou mais pessoas, espero que esse seja um espaço de troca de ideias.

No mas era isso. Logo voltarei e postarei.

*indo tomar água.